Artigos

Pedidos de falência de empresas recuam 22,5% em 12 meses

Por Marco Marcelino··1 min de leitura
Pedidos de falência de empresas recuam 22,5% em 12 meses
Os pedidos de falência caíram 22,5% no acumulado 12 meses (agosto de 2017 até julho de 2018 comparado aos 12 meses antecedentes), segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, as falências decretadas subiram 16,2%, enquanto para os pedidos de recuperação judicial houve diminuição de 2,0%. As recuperações judiciais deferidas registraram alta de 1,8%. Na comparação mensal os pedidos de falência avançaram 4,8% em relação a junho, assim como os pedidos de recuperação judicial (2,1%). No mesmo período foram observadas reduções nas falências decretadas (-17,5%) e recuperações judiciais deferidas (-11,9%). De acordo com os resultados acumulados em 12 meses, os pedidos de falência continuam caindo. O movimento de queda está atrelado à melhora nas condições econômicas desde o ano passado, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. A continuidade desse processo dependerá de uma retomada mais consistente da economia. Clique aqui para ver a série histórica deste indicador desde 2006. Por MARCELLE LUPERINI/ site Contabeis
Autor

Marco Marcelino

Relacionados

Artigos

O preço invisível da energia

Há uma ilusão perigosa nos debates econômicos. A de que energia elétrica é apenas mais uma conta a ser paga no fim do mês. Não é.

Por Gustavo Fleming Martins
Artigos

Aprendizagem organizacional como vantagem competitiva

Está cada vez mais evidente que a vantagem competitiva dos negócios em 2026 mudou de lugar. Não está mais em quem tem a melhor tecnologia, o melhor produto, o melhor preço. Está em quem consegue evoluir mais rápido que o próprio contexto. O desafio agora é traduzir essa intuição em prática nos negócios e a tradução exige uma definição mais precisa do que estamos chamando de aprendizagem organizacional.

Por Andrea Dietrich
Artigos

Agilidade não é mais diferencial

Quando você reúne marketing, branding, comportamento humano, produção e cadeia de suprimentos na mesma mesa, algo inevitável acontece: as narrativas se cruzam. E, quando isso acontece, padrões emergem. O que ficou evidente ali não foi uma tendência isolada. Foi um novo modelo operacional.

Por Eduardo Cristian