O Evento Mais Sofisticado do País tem 35% dos Visitantes Chegando de Aeronave.

A JHSF, reconhecida como o maior grupo brasileiro voltado para clientes de altíssima renda, apresentou a terceira edição do Catarina Aviation Show em parceria com a NürnbergMesse Brasil, a segunda maior organizadora de eventos do país. O evento, realizado no São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, em São Roque, atrai um público seleto, com cerca de 1/3 dos visitantes chegando de avião, enquanto supercarros acessam o local pela Rodovia Castelo Branco.
O São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional foi projetado para atender o crescente público da aviação executiva no Brasil. Com uma decoração que remete ao lobby de um hotel cinco estrelas, o aeroporto amplia sua capacidade instalada anualmente e abriga cerca de 110 aeronaves. O evento, que inicialmente contava com 20 marcas de luxo na primeira edição, cresceu exponencialmente para 50 marcas distribuídas em três hangares. Além das inovações na aviação executiva, os visitantes tiveram a oportunidade de fazer test drives de supercarros, degustar alta gastronomia proporcionada pelo Fasano e vivenciar experiências exclusivas de marcas internacionais. A edição deste ano expandiu ainda mais sua área de exposição, incluindo embarcações náuticas.
Entre os destaques estavam as aeronaves Gulfstream G700 e Bombardier 7500, além de modelos de outros fabricantes renomados como Embraer, Leonardo, Airbus Helicopters/Helibrás, Cirrus, EVE, Pilatus e Aeromot. Marcas de luxo como BMW, McLaren, Aston Martin, Mustang, Go Hobby, Intermarine, Ferretti, Junkers, Andicrose Wooden Bikes, Fasano e Pernod Ricard também marcaram presença.
O evento contou ainda com o patrocínio exclusivo do Bradesco Global Private Bank pelo terceiro ano consecutivo e apresentou a estreia do primeiro carro voador do Brasil, desenvolvido pela Go Hobby. Entre os produtos únicos expostos, destacaram-se as bicicletas de madeira da Andicrose.
Marco Marcelino
Relacionados
EventosNegóciosO Brasil já inventou o amanhã. Há 8 mil anos.
O Brasil já inventou o amanhã. Há 8 mil anos. O palco era moderno, o telão gigante, a plateia conectada. Mas foi preciso que uma mulher falasse de sabedoria ancestral para o futuro parecer mais próximo.
EventosNegóciosMúsicas que Máquinas Não Sabem Cantar
Quando Aloe Blacc subiu ao palco do Web Summit Rio 2025, trazendo no currículo os hits “I Need a Dollar” e “Wake Me Up”, era fácil imaginar que ele cantaria. Mas ele estava ali por outro motivo: provocar. Ao lado de Kayvan Nikjou, fundador da FadeProof, discutiu o impacto da inteligência artificial nas indústrias criativas, da autoria de conteúdo à integridade artística em tempos de algoritmos generativos. A conversa começou com uma provocação que ressoou no auditório: “A IA pode escrever Wake Me Up?” A resposta foi direta. Aloe tentou, usando Gemini, ChatGPT, Sora. Mas as letras não tinham nuances. Faltava algo que, segundo ele, só a experiência humana poderia oferecer. “Eu dei um prompt lindo sobre o homem mais rico do mundo. A IA escreveu, mas não sentiu. Eu vivi”, disse.
EventosNegócios