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Mude a Forma de Perguntar

Por Marco Marcelino··2 min de leitura
Mude a Forma de Perguntar

A Nike vende calçados, mais especificamente tênis. Um commodity! Mas, quando penso na Nike, tenho um sentimento diferente do que costumo ter quando me vêm à cabeça outras empresas de calçados.

E isso tem muito a ver com inovação. O próprio Steve Jobs teve na Nike uma fonte de inspiração. Muitas pessoas, como eu, correm o dobro para manter o peso. O biotipo me obriga a acordar cedo para me exercitar – o que não acontece sempre, confesso.

Hoje, quando acordei duas horas mais cedo para praticar minhas atividades físicas, me perguntei: por que eu compro tênis Nike e uso um Apple para trabalhar? Então dediquei algumas horas a estudar essas duas marcas, e foi quando descobri que Jobs se inspirou na Nike para convencer o seu time de que eles não vendiam produtos.

Coincidência?

Eu não acredito em coincidências. Eu acredito que uma organização é feita por pessoas e uma série de variáveis. E que a maior habilidade de marcas como Nike e Apple está na construção dos seus valores. E na capacidade de fazer perguntas.

Parece simples, mas não é. Saiba quão importante é perguntar. Isso pode gerar estímulos para respostas diversas dependendo do contexto.

Quem ainda não viu o vídeo sarcástico da educação em que 2+2 não são 4 poderá entender um pouco mais sobre o contexto. Mas você deve ter paciência para ver o vídeo até o final.

Não podemos deixar o contexto de lado. Veja aqui: https://youtu.be/Zh3Yz3PiXZw

A Disney é outro exemplo quando se fala em valorizar as pessoas.

Quando estive num treinamento de marketing na terra do Tio Sam, a mentora aumentou a percepção da turma com as seguintes perguntas: por que investir muito dinheiro nos funcionários? Para eles aprenderem e depois deixarem a empresa? E então, na sequência, ela provocou: e se não investirmos neles e eles ficarem?

Parece óbvio citar que essas empresas citadas entregam uma experiência diferente, mas a resposta talvez esteja na pergunta. Ou melhor, no contexto que elas usam para provocar uma resposta. Uma resposta que ainda nem existe.

Até a próxima ;-)

Autor

Marco Marcelino

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